sexta-feira, 1 de junho de 2012

Que Exploração é Essa? - Capítulo 5


            O caminhoneiro Milton para a fim de abastecer, e descobre que a região agora é ponto de exploração sexual de crianças e adolescentes. O frentista o informa que ali, predominantemente, são garotos as principais vítimas dos aliciadores. Paralelo a isso, Diego está afastado conversando com um garoto que revela a situação de exploração em que vive. Milton encontra os dois e é convencido pelo filho a ajudar o garoto. Eles ligam para o Disque 100 e, com a ajuda do frentista, tomam providências para encaminhar o jovem ao Conselho Tutelar.

Que Exploração é Essa? - Capítulo 4


            O caminhoneiro Milton interrompe a viagem para que seu filho Diego envie para casa as fotos feitas durante a viagem. Numa lan-house da estrada, Diego acessa seu e-mail e se surpreende ao deparar-se com fotos de meninos e meninas em posições sensuais. Milton se espanta: ele não imaginavam que a exploração sexual de crianças e adolescentes ocorria também via internet. No entanto, os dois descobrem que pela Internet também é possível denunciar esse tipo de situação.

Que Exploração é Essa? - Capítulo 3


            Após entregar a carga, o caminhoneiro Milton passeia com o filho Diego numa praia. Ali, são abordados por um sorveteiro que lhes oferece uma surpresa. Duas garotas são encaminhadas a Milton e Diego. Eles ouvem a história dramática das duas, que contam como entraram numa perigosa rede de exploração. A conversa é interrompida com a chegada de um policial militar e de uma representante do Conselho Tutelar, já desconfiados de que há exploração sexual na área turística. Milton e Diego denunciam o sorveteiro, colaborando para que os aliciadores sejam combatidos.

Que Exploração é Essa? - Capítulo 2


            O caminhoneiro Milton e o filho Diego decidem parar a viagem para descansar. Na recepção de um hotel, Milton encontra outro caminhoneiro, velho conhecido seu, que está prestes a entrar no quarto com uma jovem vítima da exploração sexual de crianças e adolescentes. Milton conscientiza o amigo e consegue convencê-lo a não fazer o programa. A mudança nos planos leva a garota a ser pressionada por capangas da rede de aliciadores, mas a denúncia feita por Milton à polícia pode mudar seu destino.

Que Exploração é Essa? - Capítulo 1

            
            O caminhoneiro Milton viaja na companhia do filho Diego, que aproveita as férias para conhecer o Brasil ao lado do pai. Ao pararem num restaurante, Diego é abordado por Sheyllon, uma garota de sua idade. A jovem revela sua situação de abandono familiar e conta como se tornou vítima da rede de exploração sexual de crianças e adolescentes. Milton decide ligar no Disque 100 com esperança de poder mudar a vida de Sheyllon.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Visita ao CRAS

            O CRAS (Centro de Referência da Assistência Social) é destinado para atender os Beneficiários do Programa Bolsa Família e Benefício de Prestação Continuada, famílias vulneráveis.
            No espaço funcionam:
  • CREMI (Clube Recreativo da Melhor Idade), que oferece espaço de convivência e socialização aos idosos com idade igual ou superior a 60 anos, desenvolvendo atividades sistematizadas de forma a contribuir para o envelhecimento ativo e saudável, evitando a ruptura dos vínculos familiares e a institucionalização. Desenvolve e visa desenvolver as seguintes atividades: passeios, palestras com temas diversos, atividades físicas e culturais, alfabetização, orientações sobre direitos, no qual o lúdico permeio todo o processo onde as atividades e estimulam a duscussão e encontram soluções para problemáticas levantadas. O Grupo tem por objetivo fortalecer a autonomia, integração e socialização dos idosos; resgatar a auto-estima; promover a interação entre os participantes e a comunidade, por meio da troca de experiências; executar atividades prazerosas e de lazer; resgatar o valor da vida e valorizar suas potencialidades para um viver mais saudável e criar novas possibilidades; desenvolver ações coletivas com os idosos, através de acompanhamento profissional; Promover palestras e debates sobre temas relacionados à terceira idade e outros assuntos de interesse dos idosos.
  • ProJovem Adolescente que visa complementar a proteção social básica à família, criando mecanismo para garantir a convivência familiar e comunitária e criar condições para inserção, reinserção e permanência do jovem, de 15 a 17 anos de idade, no sistema educacional.
Turma do CREMI em aula de canto com a Sra. Marialva com violeiros e sanfoneiros.
Marialva exibindo uma das bolsas confeccionadas pelas costureiras do CRAS.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Um novo Amigo

               O Espaço da Cidadania e o Centro de Atendimento Sócio Infantil agradecem ao Senhor Joaquim Arnoldo Evangelista Silva pela doação da incrível coleção PERCY JACKSON & OS OLIMPIANOS do autor RICK RIORDAN.

            Seja você também um amigo do nosso projeto de incentivo a leitura, doe uma coleção, doe um livro, toda ajuda é bem vinda.
               Se você é empresário, faça uma doação e receba o certificado de Empresa Amiga do projeto.
               Você também pode se tornar um amigo voluntário para participar conosco de diversas atividades que serão desenvolvidas como rodas de leitura, semana do conto, sarais e muito mais.

Nossas crianças e adolescentes contam com você!
 

segunda-feira, 28 de maio de 2012

CASI

Adolescentes do CASI participando de dinâmicas na Quadra de Esportes
Aulas de Jiu Jitsu
Adolescentes do CASI no Centro Vocacional Tecnológico

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Inauguração do CASI

A Prefeitura Municipal de Itanhandu, através da Secretaria Municipal
de Desenvolvimento Social, tem a honra de convidar Vossa Senhoria
para participar das inaugurações abaixo, no dia 1º de junho de 2012.

     11h30  -           Pavimentação da Rua João Baptista Scarpa
                             (Trecho do Parque de Exposições até o Bairro Santa Odila)

     12h00  -           Sede do CRAS (Centro de Referência da Assistência Social)
                             Local: R. Francisco Gomes Pinto, s/nº - Bairro Jardim Colina

     12h30  -           CASI (Centro de Atendimento Sócio Infantil)
                             Local: R. Manoel Carneiro, nº 534 - Bairro N. S. de Fátima




sexta-feira, 18 de maio de 2012

18 DE MAIO


          Em 1973 um crime bárbaro chocou o Brasil. Seu desfecho escandaloso seria um símbolo de toda a violência que se comete contra as crianças.

          Com apenas oito anos de idade, Araceli Cabrera Sanches foi sequestrada em 18 de maio de 1973. Ela foi drogada, espancada, estuprada e morta por membros de uma tradicional família capixaba. O caso foi tomando espaço na mídia. Mesmo com o trágico aparecimento de seu corpo, desfigurado por ácido, em uma movimentada rua da cidade de Vitória (ES), poucos foram capazes de denunciar o acontecido. O silêncio da sociedade capixaba acabaria por decretar a impunidade dos criminosos.

          Os acusados, Paulo Helal e Dante de Brito Michelini, eram conhecidos na cidade pelas festas que promoviam em seus apartamentos e em um lugar, na praia de Canto, chamado Jardim dos Anjos. Também era conhecida a atração que nutriam por drogar e violentar meninas durante as festas. Paulo e Dantinho, como eram mais conhecidos, lideravam um grupo de viciados que costumava percorrer os colégios da cidade em busca de novas vítimas.

          A capital do estado era uma cidade marcada pela impunidade e pela corrupção. Ao contrário do que se esperava, a família da menina silenciou diante do crime. Sua mãe foi acusada de fornecer a droga para pessoas influentes da região, inclusive para os próprios assassinos.

          Apesar da cobertura da mídia e do especial empenho de alguns jornalistas, o caso ficou impune. Araceli só foi sepultada três anos depois. Sua morte ainda causa indignação e revolta. O dia 18 de maio foi instituído em 1998, quando cerca de 80 entidades públicas e privadas, reuniram-se na Bahia para o 1º Encontro do Ecpat no Brasil. O evento foi organizado pelo Centro de Defesa de Crianças e Adolescentes (CEDECA/BA), representante oficial do Ecpat, organização internacional que luta pelo fim da exploração sexual e comercial de crianças, pornografia e tráfico para fins sexuais, surgida na Tailândia. O encontro reuniu entidades de todo o país. Foi nessa oportunidade que surgiu a ideia de criação de um Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual Infanto-Juvenil.

          De autoria da então deputada federal Rita Camata (PMDB/ES) - presidente da Frente Parlamentar pela Criança e Adolescente do Congresso Nacional -, o projeto foi sancionado em maio de 2000.
Desde então, a sociedade civil em Defesa dos Direitos das Crianças e Adolescentes promovem atividades em todo o país para conscientizar a sociedade e as autoridades sobre a gravidade da violência sexual.
          O Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes vem manter viva a memória nacional, reafirmando a responsabilidade da sociedade brasileira em garantir os direitos de todas as suas Aracelis.

          Lei 9.970 – Institui o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual Infanto-juvenil - Art. 1º. Fica instituído o dia 18 de maio como o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.

FAÇA BONITO



          Será lançada, nesta sexta-feira 18 de maio de 2012, a nova campanha Faça Bonito, Proteja Nossas Crianças e Adolescentes. A campanha faz parte do Plano Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual Infanto-juvenil e é realizada pelo Comitê Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes em parceria com a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República e demais integrantes da Comissão Intersetorial.
          O evento contará com diversas atividades e ações de mobilização em todo o Brasil. O objetivo principal da campanha é mobilizar a população para o enfrentamento da violência sexual contra meninos e meninas, incentivando a denúncia através do Disque 100.

          A data não foi escolhida por acaso. No dia 18 de maio de 1973, a menina Araceli Cabrera Sánchez Crespo, então com 8 anos, foi sequestrada, violentada e morta, na cidade de Vitória no Espírito Santo. Seu corpo foi encontrado seis dias depois, desfigurado e com marcas de abuso sexual. O fato ficou conhecido como o “Crime Araceli” e os suspeitos, até hoje, não foram punidos. No ano 2000, após grande mobilização do movimento em defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente, foi aprovada pelo Governo Federal a Lei 9.970/2000, que instituiu o dia 18 de maio como o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes.

          Para Karina Figueiredo, Secretária Executiva do Comitê Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, o dia 18 de maio é uma oportunidade para um debate com a sociedade sobre o tema: “o respeito aos direitos sexuais de crianças e adolescentes é um ideal a ser alcançado no Brasil.  Nesse 18 de maio, faz-se de extrema importância que o movimento de defesa de crianças e adolescentes se articule, se insira e participe desse debate”, disse ela.

          A mobilização do dia 18 de maio de 2012 se estende por municípios e capitais de todo o País. Contará com palestras, seminários, workshops, passeatas com distribuição de material informativo, lazer para crianças, entre outras atividades para conscientizar a população a respeito da importância da defesa de crianças e adolescentes contra a violência sexual.


FAÇA BONITO

          O slogan Faça Bonito - Proteja nossas crianças e adolescente quer chamar a sociedade para assumir a responsabilidade de prevenir e enfrentar o problema da violência sexual praticada contra crianças e adolescentes no Brasil. 


          A campanha tem como símbolo uma flor, como uma lembrança dos desenhos da primeira infância, além de associar a fragilidade de uma flor com a de uma criança. O desenho também tem como objetivo proporcionar maior proximidade e identificação junto à sociedade, proximidade e identificação com a causa.


          Esse símbolo surge durante a mobilização do Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes de 2009. Porém, o que era para ser apenas uma campanha se tornou o símbolo da causa, a partir de 2010.


          Esse símbolo, singelo pretende ser reconhecido como símbolo dessa causa, assim como o laço vermelho se transformou no símbolo da Aids. 

          Para alcançar esse objetivo, é necessário que a sociedade em geral Faça Bonito na proteção de nossas crianças e adolescentes.



Para mais informações acesse:
Perfil da Campanha no Facebook:

segunda-feira, 14 de maio de 2012

"UM NOVO AMIGO"

"UM NOVO AMIGO"
PROJETO DE INCENTIVO A LEITURA
          "Um Novo Amigo" é um projeto de incentivo a leitura criado pelo Centro de Atendimento Sócio Infantil em parceria com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social de Itanhandu, para estimular o hábito de ler por prazer nas crianças e nos adolescentes que participam do CASI, e demais crianças e adolescentes do município. A intenção é criar uma biblioteca que tenha como público alvo principal as crianças e adolescentes com faixa etária de 9 a 16 anos.

Justificativa: Propomos este trabalho de incentivo à leitura pois percebemos a importância de colaborar para que a criança e o adolescente se interessem pela leitura, e leiam com domínio os diferentes gêneros e compreenda a leitura em seus diversos objetivos.

Objetivos: Os objetivos deste projeto são abrangentes e pretendem atingir os diferentes níveis de leitores.
Espera-se:
  • Despertar e incentivar o interesse pela leitura;
  • Facilitar o acesso da criança e do adolescente aos diferentes portadores de textos;
  • Aproximar o aluno do universo escrito e dos portadores de escrita para que possam manuseá-los; reparar na beleza das imagens; relacionar texto e ilustração; manifestar sentimentos, experiências, idéias e opiniões, definindo preferências e construindo critérios próprios para selecionar o que irá ler.
  • Enriquecer o vocabulário;
  • Desenvolver as habilidades linguísticas: falar, escutar, ler e escrever;
  • Compreender a intenção, o ponto de vista de quem escreve fazendo uma leitura crítica, reconstruindo o sentido, segundo suas vivências e ampliando sua visão de mundo.
  • Auxiliar a criança e o adolescente no processo de contituição da identidade e na formação de valores próprios;
  • Trabalhar a leitura com diferentes objetivos: busca de informação, de prazer, para comunicar um texto a um auditório, etc.;
  • Contribuir para formação de leitores autônomos e competentes;
  • Propor atividades em que as crianças e os adolescentes tenham que perguntar, prever, recapitular, opinar, resumir, comparar opiniões e confrontar.
Estratégias:
  • Criação e organização de um biblioteca;
  • Rodas de leituras;
  • Leitura em grupo e compartilhada;
  • Leitura dramatizada;
  • Leitura de gêneros como: contos, causos, poemas, crônicas, romances, aventuras, jornais, revistas, história em quadrinhos e outros;
  • Produção de cartas para os autores ou para um amigo incentivando a leitura;
  • Produção de murais para divulgação dos livros lidos pelos alunos (Propaganda da leitura);
  • Audição de CD com diferentes gêneros: poemas, contos, lendas e outros;
  • Exibição de filmes;
  • Visita à Biblioteca Pública;
  • Assistir a peças teatrais;
  • Teatro de fantoches;
  • Jornal Falado;
  • Formação de alunos leitores;
  • Contação de histórias de assombração por parentes e amigos;
  • Hora do conto, hora da lenda, momento da poesia e outros;
  • Semana do conto;
  • Jogos de leitura,
  • Monitoramento da leitura.
Emprendimentos:
  • Criação de murais;
  • Formação de Grupo de Contadores de Histórias;
  • Produção de resenhas e recontos de autoria das crianças e dos adolescentes;
  • Coletânea de causos de assombração;
  • Criação de Fichas de leitura para análise dos elementos de narrativa e recomendação da leitura de livros.
Objetivos:

Crianças e Adolescentes
Coordenadores
Ampliar o repertório de histórias que elas conhecem.
·    Fazer com que selecionem um acervo de livros de qualidade, adequada a cada faixa-etária;
·    Observar a qualidade do acervo de livros;
·    Problematizar a escolha dos títulos que serão lidos às crianças e aos adolescentes
·    Organizar um espaço coletivo para o usufruto da leitura dentro do projeto.
Familiarizá-las com as histórias.
·    Estimulá-los a realizar com freqüência e regularidade a leitura de diferentes histórias;
·    Incentivá-los a promoção de rotinas para o usufruto da leitura fora do projeto;
·    Fazer com que incentivem a prática de leitura entre seus familiares e amigos.

Fazer com que construam o hábito de ouvir histórias e de sentir prazer nas situações que envolvem a leitura de histórias.
·    Instigá-los a compartilhar suas impressões sobre as histórias lidas incentivando-os a opinar sobre as histórias ouvidas e a manifestar sentimentos e idéias.
Aproximá-las do universo escrito e dos portadores de escrita para que possam manuseá-los, reparar na beleza das imagens, relacionar texto e ilustração, manifestar sentimentos, experiências, idéias e opiniões, definindo preferências e construindo critérios próprios para selecionar o que vão ler.
·    Fazer com que exponham preferências pessoais com o intuito de ampliar a possibilidade de avaliarem as histórias.
·    Orientá-los na seleção de textos adequados ao propósito da atividade habitual de leitura.
·    Permitir que apreciem e tenham acesso aos livros em diferentes momentos da rotina, tanto nas rodas de leitura quanto no cantinho da leitura.

Parcerias:
          Buscaremos recursos para a aquisição dos livros com munícipes, empresários locais e das proximidades, bibliotecas públicas, programas governamentais e com a Administração do Município.


Fases do Projeto:
          A promoção de um Projeto de Incentivo à Leitura pode ser dividido em três fases:

Fase 1 - O primeiro passo para o encaminhamento do projeto é a busca de parceiros que apóiem as ações a serem desenvolvidas (empresas, biblioteças, editoras, secretárias e coordenadorias de educação, ONG's, entidades comunitárias, etc.)
          Além disso, é nessa fase que se faz a divulgação para convidar os voluntários que poderão atuar lendo para as crianças e para os adolescentes.
          Campanhas de doação de livros também tornam o projeto viável.

Fase 2 - Ao organizar as informações levantadas com o questionário diagnóstico e selecionas os pré-projetos mais consistentes, para definir os objetivos e ações voltados para as necessidades dessas crianças e adolescentes.
          O levantamento do número de bibliotecas localizadas na região onde o projeto pretende atuar pode favorecer possíveis parcerias no empréstimo de livros e na confecção de carteirinhas para as criança e adolescentes.
          Paralelamente, pode-se iniciar o processo de inscrição e seleção dos voluntários e definir qual será seu papel na interação com os jovens participantes do projeto. Um cronograma de trabalho com a definição das ações culturais e educacionais e do número de participantes pode facilitar o início das atividades.

Fase 3 - Essa fase por ser iniciada com uma palestra de abertura oferecida por um especialista na área de educação. Esse é o momento em que a equipe do projeto se dedica à implementação das ações culturais e educacionais de fomento à leitura.
          É preciso ter muito cuidado na formação de leitores. Cuidado na escolha da obra, ao estimular a curiosidade para a leitura de um texto e em conduzir bem o processo. Não se pode exigir do principiante na leitura a mesma compreensão de um leitor já formado. É preciso paciência, dedicação e criatividade.
          Antes de aplicar o projeto é preciso que o parceiro acredite na idéia e também tenha consciência de que a leitura é o caminho para a educação e melhoria do país.
          A nossa proposta é mais do que criar um hábilo de leitura: é criar o desejo da leitura por prazer, ampliar a concepção do mundo e desenvolver o senso crítico.
          Apostamos na possibilidade de fazer do Brasil um país de leitores. É um sonho, sim. Mas um sonho possível de se realizar!



"O Que se faz agora com as crianças é o que elas farão depois com a sociedade"
Karl Mannheim

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Curso de Pedreiro no CVT

          No dia 29 deste mês, terá início o segundo Curso de Pedreiro de Itanhandu, o curso é gratuito e será realizado terças e quintas-feira, a partir das 19:00 horas, no Centro Vocacional Tecnológico de Itanhandu, situado a rua Nicolau Scarpa, nº 332, Centro de Itanhandu.


Aproveite esta oportunidade para aprender
uma profissão e poder garantir sua própria renda.
Mas não perca tempo, as vagas são limitadas.
Faça já a sua inscrição!

As inscrições estão sendo feitas no CVT,
das 08:00 às 12:00 horas e das 13:00 às 17:00 horas.


Para mais informações ligue para: (35) 3361-3496

sábado, 21 de abril de 2012

I Conferência Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência

          No dia 26 de abril, próxima quinta-feira, o CMDPD realizará a I Conferência Municipal dos Direitos da Pessoa Com Deficiência, com o tema "Um olhar através da convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência, da ONU: Novas Perspectivas e Desafios". O Evento será realizado na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais, das 07:00 às 12:00 horas.
        Sua presença é muito importante para formularmos juntos as propostas a serem enviadas a Conferência Estadual, e posteriormente a Conferência Nacional.
      


Direitos da Pessoa com Deficiênicia (do site viva as diferenças):
                   As palavras agem sobre as pessoas. Podem ou não discriminar. O que dizemos mostra o que pensamos, o que desejamos, o que fazemos. Palavra é ação. Palavras diferentes produzem sentidos diferentes. Por isso, quando dizemos que alguém é um deficiente físico, estamos discriminando essa pessoa atribuindo a ela uma idéia de incapacidade.
          Veja como tudo muda se falamos de pessoas com deficiência ou pessoa portadora de deficiência. Nesse caso, a pessoa não é deficiente, mas apresenta uma deficiência, o que é outra idéia.
 
          A deficiência é todo e qualquer comprometimento que afeta a integridade da pessoa e traz prejuízos na sua locomoção, na coordenação de movimentos, na fala, na compreensão de informações, na orientação espacial ou na percepção e contato com as outras pessoas.
          Como sabemos, nossa sociedade ainda não é inclusiva. Há grupos de pessoas discriminadas até mesmo nas denominações que recebem: inválido, excepcional, deficiente... Tais palavras revelam preconceito. Por intermédio delas estamos dizendo que certas pessoas precisam mudar para que possam conviver na sociedade. Assim, dizemos que é responsabilidade da pessoa com deficiência a sua integração à sociedade. Diferentemente, o termo inclusão indica que a sociedade, e não a pessoa, é que deve mudar. Para isso, até as palavras e expressões para designar as diferenças devem ressaltar os aspectos positivos e, assim, promover mudança de atitudes em relação a essas diferenças.
          Diante de tantas mudanças que hoje vemos eclodir na evolução da sociedade, surge um novo movimento, o da inclusão, conseqüência da visão de um mundo democrático, no qual pretendemos respeitar os direitos e deveres. A limitação da pessoa não diminui seus direitos: é cidadã e faz parte da sociedade como qualquer outra. Chegou o momento da sociedade se preparar para lidar com a diversidade humana.
          Todas as pessoas devem ser respeitadas, não importa o sexo, a idade, as origens étnicas, a opção sexual ou as deficiências. Uma sociedade aberta a todos, que estimula a participação de cada um, aprecia as diferentes experiências humanas e reconhece o potencial de todo cidadão é denominada sociedade inclusiva.
          A sociedade inclusiva tem como objetivo principal oferecer oportunidades iguais para que cada pessoa seja autônoma e autodeterminada. Esse processo democrático se constituí em reconhecer todos os seres humanos como livres, iguais e com direito a exercer sua cidadania.
          Para que uma sociedade se torne inclusiva, é preciso cooperar no esforço coletivo de sujeitos que dialogam em busca do respeito, da liberdade e da igualdade.
           É nosso dever fornecer mecanismos para que todos possam ser incluídos.
          Leis têm sido criadas para a garantia dos direitos da pessoa com deficiência. Mas, apesar delas, percebemos que excluímos as pessoas que consideramos diferentes. Precisamos, então, conhecer e reconhecer essas pessoas que vivem à nossa volta, excluídas por nossa própria ação. Se desejamos realmente uma sociedade democrática, devemos criar uma nova ordem social, pela qual todos sejam incluídos no universo dos direitos e deveres. Para isso, é preciso saber como vivem as pessoas com deficiência, conhecer suas
expectativas, necessidades e alternativas. É necessário pensar nas dificuldades e conquistas desses excluídos e na possibilidade de concretização dos seus direitos: soluções simples e concretas para que possam ir e vir; planejamentos eficazes para que possam estar nas salas de aula; plena assistência à saúde; qualificação profissional; emprego; prática de esporte; cultura e lazer.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Passeio de Maria Fumaça


No dia 23 de março, a turma do Projovem, do CREMI, e a equipe do CRAS fizeram um passeio de Maria Fumaça no município de Passa Quatro. Foram todos muito bem recebidos pelo DD. Prefeito do município, o Sr. Acácio Mendes de Andrade.
A Maria Fumaça realiza um passeio inesquecível pela história e trabalhos de artesanato belíssimos que são vendidos nas lojas e feiras. O roteiro começa na estação de Passa Quatro, e segue viagem embalada por uma dupla de violeiros, como uma parada para compras na Estação no Manacá, seguindo até a Estação Cel. Fulgêncio, na boca do túnel de mesmo nome, na divida de MG/SP onde a memorável batalha entre os dois estados foi travada com a presença de JK. Um percurso histórico inaugurado por D. Pedro II, no século XIX. O cenário é deslumbrante: uma floresta de Mata Atlântica e muitas montanhas, vales e riachos.
 
Direito das fotos: Luan, Instrutor de artesanato do CRAS.

terça-feira, 17 de abril de 2012

"UM NOVO AMIGO"

“UM NOVO AMIGO”
UM PROJETO DE INCENTIVO A LEITURA


          As histórias estão presentes em nossa cultura há muito tempo e o hábito de contá-las e ouvi-las tem inúmeros significados e está relacionado ao cuidado afetivo, à construção da identidade, ao desenvolvimento da imaginação, à capacidade de ouvir o outro e à de se expressar. Além disso, a leitura de histórias aproxima a criança do universo letrado e colabora para a democratização de um de nossos mais valiosos patrimônios culturais: a escrita.
          Por isso, acreditando na importância de favorecermos a familiaridade das crianças e dos adolescentes com as histórias e a ampliação de seu repertório, motivou-nos a criar o projeto de incentivo a leitura “UM NOVO AMIGO”.
          Queremos ser agentes na promoção dessa prática e contamos com a sua colaboração.


          Para mais informações entre em contato pelo telefone:
(35) 3361-2524
ou acompanhe pelo blog.


Centro de Atendimento Sócio Infantil
Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social
Prefeitura Municipal de Itanhandu